<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Cronicas on Jonathan Lamim - Professor, escritor e programador</title><link>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/</link><description>Recent content in Cronicas on Jonathan Lamim - Professor, escritor e programador</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><managingEditor>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</managingEditor><webMaster>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</webMaster><lastBuildDate>Tue, 06 May 2025 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://jonathanlamim.com.br/cronicas/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>O lado errado da sorte</title><link>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/o-lado-errado-da-sorte/</link><pubDate>Tue, 06 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/o-lado-errado-da-sorte/</guid><description>&lt;p&gt;Ao dobrar a esquina, correndo com um saco na mão ao som de &amp;ldquo;pega ladrão!&amp;rdquo;, foi surpreendido por uma voz rouca:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Entre aqui!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele se viu em uma cafeteria cheia de gente bem-vestida, onde sua camisa rasgada pareceu queimar-lhe a pele sob os olhares de desconfiança. Na mesa do canto, um homem de óculos segurava uma caneta, diante de folhas em branco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fez sinal para ele ir se sentar. Tirou os óculos, esfregou os olhos cansados e, sem dizer nada, deslizou a xícara de café na direção do intruso — um gesto lento, como quem entrega uma trégua.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Sentido inverso</title><link>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/sentido-inverso/</link><pubDate>Wed, 30 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/sentido-inverso/</guid><description>&lt;p&gt;Às vezes, no meio da pressa de um dia qualquer, eu me pego observando a fumaça do café subindo preguiçosa, como se tivesse todo o tempo do mundo. E penso que talvez seja isso que falte nas nossas rotinas: um pouco mais de tempo pra olhar a fumaça, escutar o silêncio, mastigar os pensamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi entre essas pausas — pequenas e honestas — que senti vontade de escrever de outro jeito. Não pra ensinar nada, nem pra provar coisa alguma. Mas pra conversar. Daquele tipo de conversa que começa com “senta aqui” e termina com “obrigado por me ouvir”.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Quantas vidas você tem?</title><link>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/quantas-vidas-voce-tem/</link><pubDate>Mon, 21 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/quantas-vidas-voce-tem/</guid><description>&lt;p&gt;O tempo passa, nós crescemos, amadurecemos e então chega “a tal da vida profissional”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Convivemos com ela. Em alguns casos, por longos anos, só ela existe. Em outros, acontece, em paralelo, a vida pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, depois de alguns anos de vida e trabalho, uma questão começa a se tornar recorrente: dá pra separar a vida pessoal da profissional?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu já refleti sobre isso várias vezes, li opiniões diversas, mas uma coisa me fez ter clareza sobre esse questionamento: as redes sociais.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>A morte</title><link>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/a-morte/</link><pubDate>Fri, 18 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/a-morte/</guid><description>&lt;p&gt;A morte chega sem avisar. Às vezes avisa. Ignoramos. Achamos que sempre há um pouco mais de tempo antes de tudo se tornar lembrança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela traz de tudo um pouco. Tristeza. Alegria. Revolta. Paz. Lembranças. Homenagens. Flores — aquelas que talvez nunca tenham sido entregues em vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela é tão incrível que traz até dinheiro para alguns que ficam. Como se isso fosse suficiente para compensar a vida que se foi.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>O mito da originalidade</title><link>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/o-mito-da-originalidade/</link><pubDate>Wed, 19 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/cronicas/o-mito-da-originalidade/</guid><description>&lt;p&gt;Na nossa jornada criativa, muitas vezes somos abraçados pela ideia de que precisamos ser completamente originais, como se nossa autenticidade dependesse de romper com tudo o que já foi feito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa pressão pode pesar no coração e até nos fazer duvidar do valor da nossa própria voz. Mas, será que essa busca incessante pelo “novo” não nos faz esquecer do que é realmente essencial na escrita?&lt;/p&gt;
&lt;h2 id="o-mito-da-originalidade"&gt;O mito da originalidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A verdadeira originalidade não reside na ruptura total com o passado, mas sim na capacidade de transformar o familiar em algo que ressoe com nossa própria voz.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>