Como eu trabalho

Ghostwriting

Seu nome na capa. Meu ofício nas entrelinhas.

Você tem a experiência, a autoridade e o que dizer. Falta o tempo — e, muitas vezes, a prática — de transformar isso em texto que se sustente do começo ao fim. É aí que eu entro.

Conversar sobre seu projeto

Para quem é

Para quem acumulou vinte anos de prática numa área e vê esse conhecimento ficar preso em apresentações soltas, áudios de WhatsApp e um documento começado três vezes. Para o profissional que precisa de um livro para consolidar autoridade, mas cuja agenda não comporta os meses de escrita que um livro pede.

E também para quem já tentou. Muita gente me procura com quarenta páginas escritas e a certeza de que não vai chegar ao fim sozinha — o que é um diagnóstico correto, não um fracasso.

Como funciona

1. Conversa inicial. Vinte minutos para eu entender o projeto e nós dois avaliarmos se faz sentido trabalhar juntos. Não custa nada, e às vezes o resultado dela é eu indicar outra pessoa.

2. Imersão. Entrevistas gravadas com você, em sessões de uma a duas horas. Somo a isso tudo que você já produziu: textos, palestras, transcrições, anotações. É aqui que eu aprendo a sua voz — o ritmo das suas frases, as palavras que você repete sem perceber, o jeito como você explica uma coisa difícil para alguém que não é da área.

3. Arquitetura. Antes de escrever uma linha, definimos juntos a estrutura: o que cada capítulo precisa entregar e em que ordem. Um sumário comentado, que você aprova.

4. Escrita. Entrego em blocos, não de uma vez. Você lê, comenta, corrige o rumo. O primeiro bloco existe principalmente para calibrar a voz — é normal que ele volte com muitas marcações, e é para isso que ele serve.

5. Revisão e fechamento. Duas rodadas de ajuste sobre o texto completo. No fim, você recebe um original pronto para editora ou para publicação independente.

O que fica combinado

O texto é seu. A autoria é sua. Meu nome não aparece em lugar nenhum, a não ser que você queira que apareça. Assino contrato de confidencialidade sem precisar que você peça, e o material bruto das entrevistas não vai para lugar nenhum além do projeto.

O que eu escrevo

  • Livros de não ficção, memórias e biografias
  • Artigos de autoridade e ensaios
  • Newsletters e conteúdo recorrente
  • Prefácios, discursos e textos institucionais

Ficção eu prefiro não escrever por encomenda — mas leio criticamente, e isso é outro assunto: veja a leitura crítica.

Vamos conversar sobre o seu texto

Vinte minutos costumam bastar para saber se o projeto é para mim — e, se não for, indico quem eu confio.